37º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica
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Programação Científica

Comece o CBCD com 48 cursos para aprofundar sua técnica, indicação e execução

No dia 15 de abril, das 7h30 às 12h30, serão 15 cursos teóricos e 33 cursos práticos, realizados em pequenos grupos e distribuídos em diferentes locais.

Tipo e período da programação
Dia

43 atividades em programa científico cirúrgico

15 de abril de 2027

7 atividades
Sessão14:00–14:30Sala B

FO1B • O Futuro da Cirurgia Dermatológica

  • O cirurgião dermatológico da próxima década
  • Imagem, inteligência artificial e planejamento cirúrgico
  • Novas fronteiras da reconstrução
  • Inovações que realmente mudarão a prática
Sessão14:30–15:15Sala B

S1B • Reconstrução Nasal

  • Princípios estéticos da reconstrução nasal
  • A escolha do retalho de acordo com as subunidades
  • Estratégias de reconstrução no defeito total nasal
  • Técnicas de revisão cirúrgica e refinamento
  • Discussão
Sessão15:15–16:00Sala B

S2B • Cirurgia Cosmética da Face – Abordagem pelo Cirurgião Dermatológico

  • Seleção do paciente, ambiente cirúrgico e anestesia: como estruturar uma prática segura
  • Blefaroplastia e brow lift: rejuvenescimento do terço superior com naturalidade
  • Lip lift e procedimentos focais: pequenas cirurgias, grandes
  • Minilifting e lipoaspiração cervicofacial: indicações, limites e integração com a cosmiatria
  • Discussão
Intervalo16:00–16:30

COFFEE BREAK

Sessão16:30–17:10Sala A

Conexão SBCD 1A • Especialistas em diálogo — Carcinoma basocelular avançado: operar, tratar ou combinar?

  • CBC avançado: avaliação inicial, critérios de alto risco e indicação da cirurgia micrográfica
  • Ressecções complexas da face: operabilidade, preservação funcional e limites cirúrgicos
  • Terapia sistêmica no CBC avançado: inibidores da via Hedgehog e imunoterapia
  • Radioterapia no CBC avançado: tratamento definitivo, adjuvante ou de resgate?
Sessão17:10–17:30Sala A

C1A • Conferência

  • Tema cirúrgico para convidado
Sessão17:30–18:30Sala A

CondutaSBCD 1A • Carcinoma espinocelular de alto risco: da cirurgia à imunoterapia e terapia adjuvante

  • Critérios atuais de alto risco e novas possibilidades terapêuticas
  • Casos clínicos desafiadores envolvendo indicação cirúrgica, avaliação de margens, linfonodo sentinela, radioterapia e imunoterapia
  • Caso clínico 1
  • Caso clínico 2
  • Caso clínico 3
  • Caso clínico 4
  • Fechamento: algoritmo final para tomada de decisão

16 de abril de 2027

15 atividades
Sessão09:00–09:45Sala A

S3A • Cirurgia Cosmética da Face – Abordagem pelo Cirurgião Dermatológico

  • Seleção do paciente, ambiente cirúrgico e anestesia: como estruturar uma prática segura
  • Blefaroplastia e brow lift: rejuvenescimento do terço superior com naturalidade
  • Lip lift e procedimentos focais: pequenas cirurgias, grandes
  • Minilifting e lipoaspiração cervicofacial: indicações, limites e integração com a cosmiatria
  • Discussão
Sessão09:45–10:15Sala A

FO2A • Hidrosadenite: abordagem multidisciplinar no diagnóstico e tratamento

  • Atualização diagnóstica e classificação
  • Quando operar e quando não operar
  • Integração entre cirurgia e imunobiológicos
  • Reconstrução e qualidade de vida
Sessão10:15–10:35Sala A

C2A • Conferência

  • Tema cirúrgico para convidado
Intervalo10:35–11:00

COFFEE BREAK

Sessão11:00–11:30Sala B

FO3B • Cirurgia Guiada por Imagem: da superfície às margens

  • Dermatoscopia e confocal in vivo: delimitando o tumor antes da cirurgia
  • Ultrassonografia de alta frequência: profundidade, extensão subclínica e estruturas de risco
  • Confocal ex vivo: avaliação intraoperatória das margens na cirurgia de Mohs e além dela
  • Imagem multimodal na prática: qual tecnologia utilizar em cada decisão cirúrgica?
Sessão11:50–12:30Sala A

CondutaSBCD 2A • Defeitos cirúrgicos desafiadores: como escolher a melhor reconstrução?

  • Reconstrução por subunidades: quando optar por fechamento primário, segunda intenção, enxerto ou retalho
  • Caso 1: defeito periocular
  • Caso 2: defeito auricular com cartilagem exposta
  • Caso 3: defeito do lábio envolvendo a borda do vermelhão
  • Caso 4: defeito extenso do couro cabeludo
  • Caso 5: paciente idoso ou frágil, no qual a solução mais simples pode ser a melhor
  • Fechamento: algoritmo reconstrutivo — localização, profundidade, estruturas envolvidas e perfil do paciente
Sessão12:30–13:00Sala A

FO1A • Sala de Cirurgia Dermatológica: estrutura, segurança e eficiência

  • Projeto físico e exigências sanitárias: o que é necessário para montar e licenciar uma sala cirúrgica
  • Equipamentos e materiais: o que é essencial, o que é recomendável e o que é dispensável
  • Segurança do paciente: esterilização, monitorização, emergências e protocolos da equipe
  • Viabilidade financeira: custos de implantação, manutenção e precificação dos procedimentos cirúrgicos
  • Finalização
Intervalo13:00–14:00

ALMOÇO

Sessão14:00–15:00Sala B

SBCD CINEMA • Grandes Procedimentos em Vídeo

  • Cisto epidérmico: excisão completa por mínima incisão
  • Z-plastia na correção de cicatrizes retráteis e mal posicionadas
  • Cirurgia do aparelho ungueal: excisão de tumor preservando a matriz
  • Rinofima: da remoção do excesso ao refinamento do contorno nasal
  • Cicatrizes de acne: subcisão, punch elevation e excisões seriadas
  • Transplante de sobrancelhas: desenho, retirada e implantação das unidades foliculares
Sessão15:00–15:20Sala B

C2B • Conferência

  • Tema cirúrgico para convidado
Sessão15:20–16:00Sala B

S7B • Lentigo maligno da face: onde termina o tumor?

  • Lentigo maligno ou melanoma invasivo? Estratégias de biópsia e armadilhas diagnósticas
  • Na face, qual margem devemos aplicar?
  • Enxergando além do pigmento: dermatoscopia, confocal e LC-OCT no mapeamento pré-operatório
  • Mohs, slow Mohs ou excisão em estágios: qual técnica oferece o melhor controle?
  • Discussão
Intervalo16:00–16:30

COFFEE BREAK

Sessão16:30–17:10Sala A

S8A • Mohs para quem não faz Mohs — Quando indicar, para quem encaminhar e como reconhecer o profissional qualificado

  • Quando meu paciente realmente precisa de cirurgia de Mohs?
  • Para quem encaminhar? Como escolher um cirurgião micrográfico qualificado
  • Aprenda a técnica de Munique, técnica micrográfica idealizada e realizada por dermatologistas
  • Mesa-redonda: Quem realmente pratica Mohs?
  • Treinamento em oncologia cutânea, cirurgia e dermatopatologia
  • Exigência de formação supervisionada
  • O cirurgião deve interpretar pessoalmente as lâminas?
  • Divisão das etapas entre cirurgião e patologista descaracteriza a técnica?
  • Congelação de margens pode ser anunciada como Mohs?
  • A especialidade de origem ou a formação específica deve definir a habilitação?
Sessão17:10–17:50Sala A

CondutaSBCD 2A • Tecnologias ou técnicas consagradas? Laser e radiofrequência versus criocirurgia, eletrocirurgia, curetagem e shaving

  • O que realmente define a melhor técnica: eficácia, segurança, custo ou conveniência?
  • Caso 1: Queratose seborreica — criocirurgia, curetagem, eletrocirurgia ou laser?
  • Caso 2: Pápulas benignas da face — radiofrequência, eletrocirurgia ou laser ablativo?
  • Caso 3: Queratose actínica — criocirurgia pontual ou tecnologia para tratamento do campo?
  • Caso 4: Xantelasma — excisão simples, eletrocirurgia ou laser?
  • Caso 5: Verrugas recalcitrantes — criocirurgia, eletrocirurgia, curetagem ou laser?
  • Fechamento: estamos melhorando o tratamento ou apenas tornando mais sofisticado aquilo que já fazíamos bem?
Sessão17:50–18:10Sala A

C4A • Conferência

  • Tema cirúrgico para convidado

17 de abril de 2027

21 atividades
Sessão09:00–09:20Sala B

C5B • Conferência

  • Tema cirúrgico para convidado
Sessão09:20–10:00Sala B

S9B • Lipoaspiração pelo dermatologista: onde, como e até onde?

  • Lipoaspiração tumescente de pequenos volumes: existe um campo próprio de atuação do dermatologista?
  • Consultório, centro cirúrgico ambulatorial ou hospital: onde a lipoaspiração pode ser realizada?
  • Formação, habilitação e limites profissionais: quem está realmente preparado para realizar lipoaspiração?
  • Lipo convencional versus tecnologias associadas: mais resultado ou mais risco?
  • Debate
Sessão10:00–11:00Sala B

SBCD CINEMA • Procedimentos Cirúrgicos em Vídeo

  • Tumores da unidade ungueal: da abordagem diagnóstica à cirurgia definitiva
  • Cirurgia oncológica nasal: ressecção tridimensional e preservação das subunidades
  • Retalho médio-frontal na reconstrução nasal oncológica: planejamento, execução e refinamentos
  • Tumores avançados do couro cabeludo: ressecção profunda e reconstrução de grandes defeitos
  • Cirurgia oncológica periocular: reconstrução palpebral com preservação funcional
  • Câncer do lábio: ressecção oncológica e reconstrução do esfíncter oral
Intervalo11:00–11:30

COFFEE BREAK

Sessão11:30–12:00Sala A

FO3A • Imunobiológicos Mudando a Cirurgia Dermatológica

  • Como os imunobiológicos modificaram as indicações cirúrgicas
  • Planejamento peroperatório em pacientes imunomodulados
  • Complicações e segurança
  • Discussão de casos complexos
Sessão11:30–12:00Sala B

FO3B • IA em Cosmiatria

  • Abordar cirurgia também
Intervalo13:00–14:00

ALMOÇO

Sessão14:00–14:40Sala B

FO4B • Pérolas Cirúrgicas — Diamonds are Forever

  • Pérola 1
  • Pérola 2
  • Pérola 3
  • Pérola 4
  • Pérola 5
  • Pérola 6
  • Pérola 7
  • Pérola 8
Sessão14:40–15:00Sala B

C6B • Conferência

  • Tema cirúrgico para convidado
Sessão15:00–16:00Sala A

CondutaSBCD • Melanoma no consultório

  • Da dermatoscopia à biópsia: decisões que determinam o diagnóstico correto
  • Caso 1: Lesão melanocítica duvidosa no tronco: fotografar e acompanhar ou biopsiar imediatamente?
  • Caso 2: Lesão pigmentada extensa da face: onde biopsiar e como reduzir o risco de falso-negativo?
  • Caso 3: Lesão acral suspeita: dermatoscopia, escolha da área e técnica adequada de biópsia
  • Caso 4: Melanoníquia longitudinal: quando observar e quando indicar biópsia da matriz ungueal?
  • Caso 5: O laudo chegou como melanoma: como interpretar Breslow, ulceração, margens e indicação de encaminhamento?
  • Fechamento: algoritmo SBCD da lesão suspeita ao encaminhamento
Intervalo16:00–16:30

COFFEE BREAK

SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Melanoma: o que realmente mudou nos últimos anos

  • Formato: atualização baseada em evidências
  • Novos conceitos de estadiamento
  • Margens cirúrgicas: ainda existem dúvidas?
  • Integração com terapias sistêmicas
  • Casos complexos para discussão
  • Discussão interativa com moderador
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Complicações Cirúrgicas

  • Formato: fórum de complicações
  • Complicações vasculares
  • Infecção e deiscência
  • Reconstruções que fracassaram
  • Lições aprendidas
  • Discussão interativa com moderador
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Cicatrizes Difíceis

  • Formato: discussão orientada por casos
  • Como escolher entre subcisão, cirurgia, laser e bioestimuladores
  • Cicatrizes de acne
  • Cicatrizes pós-cirúrgicas — abordagem precoce e tratamento
  • Casos refratários
  • Discussão interativa com moderador
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

A Arte da Biópsia Bem Conduzida

  • Formato: sessão prática baseada em vídeos
  • Escolha da técnica ideal
  • Erros frequentes
  • Como aumentar o rendimento diagnóstico
  • Dicas práticas para a rotina
  • Discussão interativa com moderador
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Reconstrução por Áreas Topográficas

  • Formato: sessão cirúrgica comentada
  • Reconstrução do couro cabeludo: algoritmo prático
  • Reconstrução da região perioral
  • Retalhos da orelha
  • Reconstrução envolvendo a sobrancelha
  • Discussão integrada
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Técnicas que Pagam as Contas: Eletrocirurgia, Criocirurgia e Outros Clássicos

  • Formato: sessão prática com vídeos
  • Eletrocirurgia: refinando indicações e técnica
  • Criocirurgia além das lesões benignas
  • Procedimentos rápidos e de alta resolutividade
  • Pearls & Pitfalls da rotina do consultório
  • Discussão integrada
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Quando a Cirurgia Ainda é Imbatível

  • Formato: grandes debates
  • Quando não injetar: limites dos procedimentos minimamente invasivos
  • Casos em que a cirurgia oferece resultados superiores
  • Como comunicar a indicação cirúrgica ao paciente
  • Discussão de casos com votação da plateia
  • Debate com participação do público
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Meu Caso Mais Difícil

  • Formato: sessão “Lessons Learned”
  • O caso que mais me ensinou
  • O erro que mudou minha prática
  • Quando tudo deu errado — e como resolver
  • O que eu faria diferente hoje
  • Debate com participação do público
SessãoApós 16:30Local · Informação em breve

Casos Difíceis — Estratégias Combinadas

  • Formato: painel de especialistas com tratamentos ao vivo
  • Caso 1: rejuvenescimento complexo
  • Caso 2: paciente previamente tratado
  • Caso 3: integração entre cirurgia, tecnologias e injetáveis
  • Discussão aberta entre os especialistas
  • Debate com participação do público
Sessão17:30–18:30Auditório único

Sessão Conjunta de Encerramento • Antes, Durante e Depois da Cirurgia — Integrando Cosmiatria e Cirurgia Dermatológica

  • Formato: painel interativo com cinco especialistas
  • Planejamento estético antes da cirurgia
  • Tomada de decisão intraoperatória
  • Tecnologias e injetáveis no pós-operatório
  • Como otimizar cicatrizes e resultados de longo prazo
  • Discussão final e perspectivas para a Cirurgia Dermatológica da próxima década
  • Mensagem de encerramento e anúncio da próxima edição

Programação preliminar, sujeita a alterações. Coordenações e corpo docente serão divulgados posteriormente.